Hoje,
despeço-me de luta que nunca foi minha.
Deixo-a com a indeferença necessária à minha sobrevivência.
Parto.
Parto.
Nas curvas atrás de meus ombros a certeza da necessária solidão.
Tentei.
Tentei.
Diálogos. Tentei...
Luta que não era minha.
Não conheço quem assim tenha vencido.
Estou cansada.
Cansada...
Tenho medo que sozinho,
perca a guerra,
a vida,
a alma.
Mas,
que posso mais eu?
Não posso.
Em meio às batalhas,
feridas em meu corpo se abriram...
Arderam...
Choraram...
Gritaram a insanidade da guerra...
Estou cansada.
Sunday, October 22, 2006
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